CURSO BOSSA 60

com Marcio Pinheiro

Foto: Cassia Zanon

Gênero musical genuinamente brasileiro, a Bossa Nova comemora seus 60 anos. Com cadência influenciada pela mistura de gêneros como o jazz, o samba, o choro e a moda de viola, a Bossa Nova ficou conhecida no mundo todo pelo ritmo suave e pelas letras cheias de poesia. A icônica "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, foi considerada uma das 50 obras musicais definitivas pela Biblioteca do Congresso Americano. Em dois encontros, o jornalista Marcio Pinheiro vai falar sobre a história do ritmo, consolidado no Rio de Janeiro da década de 50, relacionando com o contexto de nosso país, que vivia um período de significativa modernização e otimismo desenvolvimentista.

Marcio Pinheiro tem passagens por grandes veículos como Zero Hora, Jornal do Brasil e Gazeta Mercantil, também atuando como produtor cultural e editor. É autor de "Esse tal de Borghettinho", biografia do músico Renato Borghetti. Fã de jazz, bossa nova e boa música, é responsável pelo site Ama Jazz - amajazz.com.br, onde divide tesouros preciosos de um bom colecionador de vinis e CDs.

Dias 5 e 12 de setembro (quartas-feiras), das 19h30 às 21h30

Encontro 1 - O nascimento da bossa nova a partir de dois marcos de 1958: o disco "Canção do Amor Demais", de Elizeth Cardoso, gravado e lançado em 1958, e o disco "Chega de Saudade", gravado em 1958 e lançado no começo de 1959. O Rio, o Brasil e o mundo daquele período. Os antecessores da bossa nova, em especial nomes como Dick Farney, Lucio Alves e Dorival Caymmi. A santíssima trindade da Bossa Nova: Tom, Vinicius e João Gilberto. A importância de cada um deles e as contribuições fundamentais ao movimento. Outros personagens. As revoluções lançadas pela bossa nova na maneira de compor, de escrever e de contar.

Encontro 2 - Os novos personagens: João Donato, Carlos Lyra, Newton Mendonça, Roberto Menescal, Johnny Alf. A bossa nova descoberta pelos americanos, o show do Carnegie Hall, a ida aos EUA, de Tom e João Gilberto, a debandada de brasileiros para lá: Sergio Mendes, Oscar Castro Neves, Moacir Santos. A bossa instrumental e o samba-jazz: Sergio Mendes, Raul de Souza, Moacir Santos, os trios. A bossa nova em queda a partir dos anos 70. O renascimento e a redescoberta da bossa nova a partir dos anos 90, em especial nos EUA, na Inglaterra e no Japão.

Inscrições: https://www.institutoling.org.br/cursos/bossa-60.html

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