Desde 2015, o Desconcerto levou 26 diferentes apresentações de música clássica ao ambiente informal de um bar, sempre no final da tarde. Em sua próxima edição, o projeto promove uma experiência inédita: uma Maratona de Violões, que toma a noite do dia 28 de julho, no Parangolé (Lima e Silva, 240). A partir das 20h, o público boêmio da Cidade Baixa, em Porto Alegre, vai conhecer algumas das facetas do violão clássico.

 

A maratona recebe três jovens violonistas gaúchos: Thiago Kreutz, Miguel Besnos e Daniel Mendes (abaixo, mais informações sobre os músicos). Nesta sequência, eles apresentam repertórios que partem de algumas das obras mais tradicionais do violão clássico e alcançam peças contemporâneas, escritas por uma nova geração de compositores que busca explorar novas possibilidades sonoras do instrumento.

 

Para encerrar a maratona, o projeto propõe um palco aberto. Abrindo espaço para violonistas que queiram apresentar outras facetas do violão clássico, a ideia é oportunizar um ambiente informal de troca entre os instrumentistas e a descoberta de novos talentos.

 

O projeto Desconcerto não cobra um valor fixo de couvert artístico, mas sugere uma contribuição espontânea.

 

SOBRE OS MÚSICOS

 

THIAGO KREUTZ

 

"Uma das características que me apaixonam no violão é a gama de possibilidades de articulação: uma mesma nota pode ser tocada de tantas diferentes formas que nem consigo enumerar..."

 

Para a Maratona, ele prepara um repertório bem tradicional, que reúne obras que foram responsáveis por despertar seu encantamento pelo violão. Entre elas, estão "Asturias", de Isaac Albéniz, e "Julia Florida", de Agustín Barrios.

 

Bacharel pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre pela Universidade Federal de Goiás, Thiago atua como professor na Fundação Municipal de Artes de Montenegro (Fundarte) e na Casa da Música do Colégio Sinodal. Em 2017, foi vencedor do XII Concurso Internacional de Guitarra de Uruguay.

 

MIGUEL BESNOS

 

"Sou muito apaixonado pela característica intimista que o violão tem. É um instrumento que não tem tanto som, o contato com as cordas é direto, e a troca com as pessoas que ouvem é uma conversa."

 

Na Maratona, ele apresenta o violão brasileiro e espanhol. São músicas que incorporou ao seu repertório depois de ouvi-las e se sentir profundamente tocado por elas. Foi o que aconteceu com "Seis brevidades", de Sérgio Assad, e "Se ela perguntar", de Dilermando Reis.

 

Licenciado e bacharel em Música pela UFRGS, Miguel é mestre em Guitarra Clásica pela Universidad de Alicante, Espanha. Atua como concertista e professor, com experiência em diversos gêneros.

 

DANIEL MENDES

 

"O violão é um instrumento bem democrático. Foi isso que me apaixonou nele."

 

Para participar da Maratona, ele traz obras novas, algumas exclusivas, fruto de parcerias com a nova geração de compositores e compositoras. O que move seu interesse é a renovação do repertório, a descoberta de novos sons e a interação com outras artes. "Présentemente", de Thaís Montanari, por exemplo, é uma composição para violão e dança.

 

Licenciado pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, Daniel fez mestrado na Universidade Estadual de São Paulo e doutorado na UFRGS. Atua como violonista, guitarrista, compositor e professor de música em São Paulo, onde reside.

 

 

SOBRE O PROJETO DESCONCERTO

 

O Desconcerto foi inspirado em projetos que têm levado música clássica a bares e casas noturnas na Europa e nos Estados Unidos (como Classical Revolution e The Night Shift). Tomar um chope enquanto assiste ao recital? Pode. Aplaudir quando uma passagem causa entusiasmo ou entre os movimentos, e não só ao final da peça? Sinta-se à vontade.

 

O objetivo é justamente apresentar a música clássica em um formato diferente do convencional, transgredindo códigos que conferem um ar sisudo a essa tradição e a afastam do público, e estimulando novas formas de performance e escuta.

 

Assessoria de Imprensa:

Ana Laura Freitas

(51) 99207.9014

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