SÉRIE MAGIS

Traz a Música do Século XVII

Publicado em 07 de outubro de 2018

Foto de Claudio Elias

A série Magis do mês de outubro contempla um período específico da história da música. O Século XVII vem representado por composições dedicadas para instrumentos de cordas, baixo contínuo e também para o canto.  Sob a regência do Maestro Diego Schuck Biasibetti, a Orquestra Unisinos Anchieta apresenta obras que se destacaram pelo envolvimento de seus compositores com a música italiana e também com as missões Jesuíticas, como é o exemplo da obra de Domênico Zipoli, que em missão jesuítica compôs a Missa a Santo Inácio de Loyola, o padroeiro dos Jesuítas. Além desta obra, o repertório reserva muitas curiosidades do período, como a peça, que abre o programa, de Johann Christoph Pezel que compôs Opus Musicum Sonatarum Praestantissimarum, onde escreveu uma sonata para cada letra do alfabeto, destas, será apresentada a Sonata Ciaccona a 6.

O público poderá apreciar também Monteverdi com Beatus Vir e o compositor alemão, Georg Muffat com Sonata V do Armonico Tributo, Muffat foi um dos primeiros compositores a introduzir o estilo italiano na Alemanha.

Os concertos estão cheios de motivos barrocos para agradar aos mais requintados ouvidos e apreciadores da música antiga.

Os convidados para o concerto são, além do Maestro Diego Schuck Biasibetti, o Coral Porto Alegre que terá como solistas: Andiara Mumbach e Marca Trein (sopranos); Carolina Braga (contralto); Aramis Argenta (contratenor); Alexandre Kreisman e Francisco Amaral (tenores) e Eduardo Linn (baixo).

A série Magis têm o patrocínio das empresas: Stihl, Gedore, In Betta e conta com apoios de: Borex, Unique, HSS Informática e Impressos Portão. Promoção: Jesuítas Brasil, Unisinos, Fundação Padre Urbano Thiesen, Fecomércio RS | Sesc e Colégio Anchieta. Realização: Ministério da Cultura Brasil Governo Federal.

Orquestra Unisinos Anchieta 

Fundada em 1996, pelo Maestro José Pedro Boéssio, a Orquestra Unisinos Anchieta realiza uma programação artística diversificada, atendendo a diferentes perfis de público, buscando a renovação de ideias, abordagens e leituras, além de promover associações inesperadas pela música de concerto, contemporânea e popular. A proposta, além da simples oferta de apresentação da orquestra, objetiva garantir o acesso não apenas à música de concerto, mas a outras linguagens vinculadas às raízes musicais brasileiras e ao repertório de importantes compositores populares. Vencedora do Prêmio Açorianos de Música em 2005, a orquestra entrega ao público o diferencial de espetáculos com inclusão de outras linguagens cênicas, tais como, teatro, dança e artes plásticas. Importantes concertistas e músicos de distintos estilos atuaram com a orquestra, entre eles: Altamiro Carrilho, Emmanuele Baldini, Fred Mills, Kleiton & Kledir, Pierre Dutot, Renato Borghetti, Yang Liu, entre outros. Nos últimos anos, a Orquestra Unisinos Anchieta tem apresentado diferentes séries de concerto, com destaque para as óperas Il Campanello di Notte e Rita (Donizetti) e Bastien Bastienne (Mozart). A direção artística e regência da orquestra estão sob a responsabilidade do maestro Evandro Matté.

 

 

Maestro Diego Schuck Biasibetti

É formado na Hochschule für Künste (Bremen – Alemanha) em Violoncelo Barroco com a Prof. Viola de Hoog e em Viola da Gamba com a Prof. Hille Perl e na UFRGS em Regência Coral com o Prof. Dr. Joceley Bohrer. Sua carreira na Europa é marcada como regente do Coro Da Capo na cidade de Syke, convidado a integrar grupos como Concerto Copenhagen, Die Kölner Akademie, Asfelder Vocal Ensemble, Balthasar Neumann Ensemble, Kammer Sinfonie Bremen e Bremer Barock Consort. Desde 2012 atua como regente do Projeto Ópera na UFRGS tendo dirigido as óperas Dido e Enéias de Henry Purcell, L’Orfeo de Claudio Monteverdi, A Bela e Fiel Ariadne de Johann Gottfried Conradi e a montagem cênico-musical Missa do Orfanato (W.A. Mozart), Tempos de Solidão. Atualmente é violoncelo solista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Unisinos Anchieta, violoncelista e regente assistente do Maestro Manfredo Schmiedt na Orquestra Sinfônica da UCS e regente do Coral Porto Alegre e Porto Alegre Consort.

 

 

Coral Porto Alegre

Criado em 1996 sob a orientação da professora Gisa Volkmann e do maestro Ernani Aguiar, o Coral Porto Alegre vem cumprindo intensa atividade nos palcos brasileiros. O grupo dedica-se principalmente ao repertório coral-sinfônico e já apresentou as principais obras de Bach, Haendel, Vivaldi, Mozart, Beethoven, Mendelssohn, Brahms e Nunes Garcia em concerto. Regularmente, o grupo é convidado a participar das temporadas das principais orquestras do Sul do Brasil, entre as quais se destacam a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra de Câmara da ULBRA, a Orquestra Fundarte, a Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul, a Orquestra Unisinos e a Orquestra de Câmara de Blumenau. Atuou sob a regência dos maestros Ernani Aguiar, Lutero Rodrigues, Antônio Carlos Borges Cunha, Roberto Duarte, Tiago Flores, Manfredo Schmiedt, Vilson Gavaldão de Oliveira, Luciano Lunkes, Márcio Buzatto, Lúcia Teixeira, Evandro Matté, Tobias Volkmann e Diego Schuck Biasibetti. Tendo a direção artística de Gisa Volkmann desde a sua fundação, o grupo também se dedica ao repertório a cappella, à música sacra acompanhada de órgão e à ópera. Apresentou concertos próprios em diversas igrejas da Região Metropolitana de Porto Alegre e participou de produções operísticas apresentadas em Porto Alegre. O Coral Porto Alegre possui quatro CD gravados: Novenas (1999), Obras de Cappella (2005) e Responsórios Fúnebres (2012), com obras de José Maurício Nunes Garcia; e Matinas de Natal, de João de Deus Castro Lobo (2001). O CD Novenas recebeu o Prêmio Açorianos de melhor gravação do gênero música erudita em 2000. O CD Responsórios Fúnebres o Prêmio Açorianos de melhor intérprete do gênero música erudita em 2013.

Agregou-se a um grupo instrumental e se tornou o Porto Alegre Consort sob a liderança musical e regência do Maestro Diego Schuck Biasibetti na intenção de se dedicar ao repertório dos Séc. XVII e XVIII tendo executado desde 2016 no projeto “Bach, natürlich” variados concertos com obras de Johann Sebastian Bach.

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