FERNANDO OCHÔA

(Designer de Luz)

Natural de Iraí, o versátil Ochôa é iluminador, diretor, ator, dublador e designer.

 

Frequentou o Departamento de Arte Dramática da UFRGS de 1986 a 1991 no curso de Licenciatura em Educ. Artística – Habilitação em Artes Cênicas. Em 2000, concluiu o Bacharelado em Direção Teatral na UFRGS.

 

Foi responsável pela iluminação e montagens de luz dos espaços cênicos da faculdade (DAD) entre 1987 e 1991.

Foi aluno de Alziro Azevedo, Luiz Arthur Nunes, Graça Nunes, Solange Uflacker, Maria Helena Lopes, Maria Amélia Barbosa, Irene Brietzke, Marlene Goidanich, Mirna Spritzer, Ida Celina, Irion Nolasco, Flávio Mainieri, entre outros.

 

Em 1988, a parceria com o dramaturgo, diretor e iluminador Hermes Mancilha proporcionou a primeira experiência no “comando das luzes” de um espetáculo: “Dorotéia” de Nelson Rodrigues. Em 1995 atuou como Menino Maluquinho. Foi diretor da Paixão de Cristo em Rio Pardo/RS por 5 anos. Projetista de iluminação da Paixão de Cristo de Imigrante/RS por 6 anos. Responsável técnico do X Porto Alegre em Cena. Técnico responsável pelo Auditório Barbosa Lessa do Centro Cultural CEEE Erico Verissimo de 2002 até os dias de hoje. Projetista de iluminação para o Fronteiras do Pensamento em 2009. Diretor de palco do Fronteiras do Pensamento em 2011. Alterna trabalhos artísticos para teatro, ópera, dança, orquestras, shows musicais e exposições, além de eventos corporativos. Projetista de iluminação, cenografia e sonoplastia para eventos do Sinepe/RS, Jornal do Comércio. Pós-graduado em Iluminação e Design de Interiores pelo IPOG. Projetou a iluminação arquitetural do Planetário UFRGS. Tem realizado projetos integrados de cenografia e iluminação para diversos congressos ou eventos corporativos. Produtor executivo e designer espacial para o IBM Business Connect POA em 2015. Design integrado de iluminação e cenografia para Prêmio Sinepe/RS desde 2012. Design integrado para o Congresso do Ensino Privado - Sinepe/RS em 2013 e 2015.

Recebeu diversos prêmios, entre eles, Prêmio Açorianos (1999) - Melhor Iluminação, por “As Traças da Paixão”; Prêmio Açorianos (2003) - Melhor Iluminação, por “A Força do Hábito”; Prêmio Açorianos (2006) - Melhor Iluminação, por “Larvárias”; e Prêmio Açorianos (2012) - Melhor Iluminação, por “Padre Landell – o padre inventor” e “Sr. Kolpert”; Prêmio Açorianos (2016) - Melhor Iluminação, por "O Método"; Prêmio Braskem Em Cena (2015) - "As 4 Direções do Céu"; Prêmio Tibicuera (1999) - Melhor Iluminação, por “O Menino Maluquinho 2000”; Prêmio Tibicuera (2001) - Melhor Iluminação, por “Do Outro Lado da Cerca”; Prêmio Tibicuera (2005) - Melhor Iluminação, por “Pé de Sapato”; Prêmio Tibicuera (2006) - Melhor Iluminação, por “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”; Prêmio Quero-Quero SATED/RS (1994) - Melhor Iluminação, por “Romeu e Julieta”; Prêmio Quero-Quero SATED/RS (2006) - Melhor Iluminação, por “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”; Prêmio Tibicuera (1995) - Melhor Ator, por “O Menino Maluquinho”, com direção de Irene Brietzke; Prêmio Tibicuera (2001) - Melhor Diretor, por “Do Outro Lado da Cerca”; e Prêmio RBS Cultura (2007) - Melhor Espetáculo Infantil, por “A Princesinha Fedorenta”.

Na ópera, foi responsável pela iluminação dos seguintes espetáculos: "Bastien und Bastènne", de Mozart, e "Rita", de Donizetti, ambas com a Orquestra Unisinos; "Dido e Eneias", de Purcell, e "Orpheu", de Monteverdi, ambas com a Orquestra do Instituto de Artes UFRGS; "Cavalleria Rusticana", de Mascagni, com a OSPA; e cenário e luz em "Cavalleria Rusticana", com a Orquestra da UCS. 

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