FLÁVIO LEITE

(Tenor)

Presença frequente nas temporadas dos principais palcos nacionais, o tenor gaúcho Flávio Leite tem se firmado como um dos mais atuantes e versáteis cantores líricos brasileiros de sua geração.

 

Acumula experiência em óperas que vão desde Il Combattimento di Tancredi e Clorinda de Monteverdi à Lulu de Alban Berg. Já foi Pylade, em Iphigenie en Tauride; Jaquino, em Fidelio; Tamino, em A Flauta Mágica; Ferrando, em Cosi Fan Tutte; Don Ottavio, em Don Giovanni; Conde Almaviva, em O Barbeiro de Sevilha; Don Ramiro, em La Cenerentola; Tonio, em La Fille du Regiment; Beppe, em Rita; Camille, em A Viúva Alegre; Pong, em Turandot; Mozart, em Mozart e Salieri; Chevalier de la Force, em Diálogo das Carmelitas; Professor, em A Raposinha Astuta; Edrisi, em Rei Roger; entre outros, acumulando mais de 50 personagens em 8 idiomas diferentes já em repertório, desenvolvidos em 15 anos de carreira profissional.

Com especial atenção às óperas de compositores brasileiros contemporâneos, nos últimos anos, fez as estreias mundiais das óperas Dulcinéia e Trancoso e a Ópera do Mambembe Encantado de Eli-Eri Moura, O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda; O Perigo da Arte, de Tim Rescala; além de gravar a ópera A Estranha e excursionar com a ópera O Quatrilho, de Vagner Cunha.

Participou da premiada versão moderna da última ópera de Villa-Lobos: A Menina das Nuvens.

 

Cantou sob a regência de Luiz Fernando Malheiro, Roberto Duarte, Silvio Viegas, Marcelo de Jesus, Fábio Mechetti, Carlos Alberto Vieu, Enrique Ricci, Alessandro Sangiorgi, Massimiliano Carraro e foi dirigido cenicamente por André Heller-Lopes, William Pereira, Jorge Takla, Gustavo Tambascio, Vincent Boussard, Robert Driver, Ron Daniel, Gerald Thomas, entre outros.

 

Desenvolve ainda ampla atividade como camerista e solista em oratórios e obras sinfônicas como Magnificat, Cantata do Café e Oratório de Natal, de Bach; Messias, de Händel; A Criação, de Haydn; Réquiem, de Mozart e de José Maurício Nunes Garcia; Nona Sinfonia e Fantasia Coral, de Beethoven; Stabat Mater e Petite Messe Solennelle, de Rossini; Messa di Gloria, de Puccini; Carmina Burana, de Orff; Le Roi David, de Honegger; e Les Iluminations, de Benjamin Britten; com os principais regentes e orquestras brasileiros.

 

Flávio Leite é pós-graduado pelo Conservatório Superior del Liceu, em Barcelona, e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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