TOBIAS VOLKMANN

(Regente)

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012, na Finlândia, e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação Volkmann mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes.

 

Desde 2016 na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018.

 

Em 2015, estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR. Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo - Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem as estreias com a Filarmônica de Pilsen, na República Tcheca, e com a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela.

 

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, dedicou-se especialmente à ópera, às grandes obras coral-sinfônicas e ao balé, recebendo reconhecimento de público e crítica. Destaques recentes foram a ópera Un ballo in maschera e a Segunda Sinfonia, de Mahler, escolhida pela imprensa carioca um dos melhores concertos de 2018. A produção de As Bodas de Fígaro e a Missa Solemnis de Beethoven também experimentaram grande sucesso, sendo incluídas pela imprensa carioca na seleção dos melhores espetáculos em 2015 e 2016. No balé, desenvolveu especial identificação com a companhia do TMRJ em espetáculos como La bayadère, Coppelia, Sheherazade, Sétima Sinfonia de Beethoven por Uwe Scholz e Trilogia Amazônica, balé concebido a partir de obras de Heitor Villa-Lobos.

 

Com a Orquestra Sinfônica Nacional, trabalha principalmente a música dos séculos XX e XXI, em um enfoque particular na música brasileira, retomando assim a vocação inicial da orquestra para o registro fonográfico e a difusão do repertório sinfônico nacional. Sob sua direção musical, a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo.

 

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil. Completa o amplo espectro de sua atuação artística o acompanhamento de filmes mudos, seja com trilhas originais ou contemporâneas. Sucessos de público e crítica neste campo foram Metropolis, de Fritz Lang/Gottfried Huppertz; O Garoto, de Charles Chaplin; e Nosferatu, de Friedrich Murnau/Pierre Oser.

 

Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

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