CARLOS RODRIGUEZ

(Barítono)

Foto: Patrícia Phill

Radicado na Europa de 1997 a 2003, graduou-se e se pós-graduou nos cursos
de Performance em Ópera e Música de Câmara no Conservatório Superior de Música
de Maastricht, na Holanda, e Stage Training for Opera Singers no Jeker Opera Studio, Holanda.
Iniciou seus estudos com a soprano Maria Helena Salvatore e, mais tarde, foi aluno
do barítono Luís Ramires. Complementarmente às aulas com este último, passou
a estudar na Escola de Ópera da OSPA, sob a orientação da soprano Lory Keller e, depois, do tenor Decápolis de Andrade.
 
Em 1999, foi semifinalista do Concurso Internacional de Canto Mozart em Salzburg,
na Áustria, e, em 2003, ganhou o terceiro prêmio no Concurso Internacional de Canto Bidú Sayão, em Belém do Pará.
 
Na Europa, cantou em diversas óperas, destacando-se Angélique (Charlot), de J. Ibert; Amahl and the Night Visitors (Melchior), de G. Menotti; A Flauta Mágica (Papageno),
de W. A. Mozart; e Carmen (Dancaïre), de G. Bizet. No Brasil, destacam-se Carmen (Dancaïre), no Theatro da Paz, em Belém do Pará; Rigoletto (Marullo) e Un Ballo
in Maschera (Silvano), ambas de G. Verdi, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em Porto Alegre, Bastien und Bastiène (Collas) e Così Fan Tutte (Guglielmo), todas
de W. A. Mozart, no Theatro São Pedro; e A Boiúna (Tiago), de W. S. Portoalegre – estreia mundial da obra –, no antigo Teatro da OSPA.
 
Seu repertório conta, ainda, com várias obras de concerto, entre elas: Carmina Burana, de C. Orff; Ein deutsches Réquiem, de J. Brahms; Sinfonia nº 9, de L. van Beethoven; Tenente Kijé, de S. Prokofiev; e Die Jahreszeiten, de J. Haydn, entre outras.
 
Em 2001, com a OSPA, fez a primeira gravação mundial da ópera A Boiúna.
Em 2002, participou da gravação de Canções de Emergência no CD “Tudo Muda –
A Música de Flávio Oliveira”, acompanhado ao piano pelo compositor.
Em 2005, gravou um CD da Sinfonia nº 9, de L. van Beethoven, com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência do maestro Ion Bressan.
 
Neste mesmo ano, foi fundador da Escola de Ópera da Orquestra Sinfônica de Sergipe, orientando e coordenando solistas locais na preparação de performances.
Em 2006, ao lado da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, sob a regência
de Antônio Carlos Borges Cunha, fez a estréia mundial da obra Recorrências, de Flávio Oliveira.
Em 2007, foi o curador da área de canto lírico no StudioClio.
 
Em 2008, sob a regência do maestro Manfredo Schmidt, participou da abertura
da temporada oficial do Teatro do SESI, cantando o solo de barítono na superprodução da obra Carmina Burana, de Carl Orff, aclamada pelo público e a crítica e apresentada durante três anos consecutivos.
Em 2013, sob a regência de Evandro Matté, interpretou Papageno em A Flauta Mágica, na montagem da Orquestra UNISINOS, no Theatro São Pedro.
Em agosto de 2014, cantou Angelotti na Tosca da OSPA, no Theatro São Pedro,
sob a regência de Enrique Ricci (Argentina) e Sharpless em Madama Butterfly,
com a Orquestra Filarmônica da PUCRS, sob a regência de Mario Perusso (Argentina).
Em 2015, foi solista ao lado de Bibi Ferreira no Concerto do Dia das Mães, na série Concertos Comunitários Zaffari, sob a regência de Evandro Matté com a Orquestra UNISINOS, no Auditório Araújo Viana.
Em 2017, fez Masetto, em Don Giovanni de Mozart, com a OSPA, sob a regência
de Evandro Matté.
 
Desempenha importante e destacado papel no desenvolvimento de performers
da ópera e da música vocal em geral, seja em aulas de técnica vocal e preparação
de repertório, tanto particulares assim como docente em cursos e oficinas pelo país,
ou na realização de espetáculos operísticos, recitais e espetáculos que proporcionam aos jovens cantores espaço e oportunidade para se apresentarem e aprimorarem, contando hoje com vários alunos atuando no cenário profissional do país e com premiações em concursos nacionais e internacionais.
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